"Ciranda de Pedra" é um magnífico livro desta autora brasileira, tão prestigiada, a quem já foi atribuído o igualmente prestigiado Prémio Camões,
Sugerimos a leitura deste livro tão delicado e aguardamos, também, uma opinião dos nosso seguidores.
terça-feira, 30 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Hélia Correia - Prémio Camões 2015
2013 – Prémio Vergílio Ferreira
Prémio Literário Correntes d’Escritas (A Terceira Miséria)
2015- Prémio Camilo Castelo Branco (“20 Degraus e Outros
Contos”)
- Prémio
Camões
E assim se faz a carreira de uma escritora, de degrau em
degrau. E de muito talento. E de muitos leitores.
terça-feira, 28 de abril de 2015
| Sessão de leitura |
Os monitores e os voluntários leram: "Rosa vermelhas" de Manuel Alegre e "O vagabundo na esplanada" de Manuel da Fonseca. A finalizar, ainda houve tempo para ler a pequena narrativa "A História de Kafka e a menina que perdeu a sua boneca em Berlim, segundo May Benatar.
Duas horas e meia, aproximadamente de leituras e debate de ideias a merecer 5 *
domingo, 26 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
LER+ JOVEM_ E as leituras acontecem
As leituras acontecem aqui, ali... sempre que nos juntamos com este propósito. E foi bonito ver, na ACCENTURE, os jovens, muito "senhores" de si a opinarem como quem pensa. Digo bem! Como quem pensa e sabe o que diz.
Fazem parte da tal geração "R", mas gostam de ler, de aprender e sabem imensas coisas. Dá gosto levá-los a qualquer lugar. Naqueles olhares, cheios de mistério, revejo a minha juventude há muito passada, revejo a inquietude mais recente da minha filha.
"Ensinar é um exercício de imortalidade. Dalguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo através da magia da nossa palavra. Deste modo o professor nunca morre..." Rubem Alves, "A alegria de ensinar"
Fazem parte da tal geração "R", mas gostam de ler, de aprender e sabem imensas coisas. Dá gosto levá-los a qualquer lugar. Naqueles olhares, cheios de mistério, revejo a minha juventude há muito passada, revejo a inquietude mais recente da minha filha.
"Ensinar é um exercício de imortalidade. Dalguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo através da magia da nossa palavra. Deste modo o professor nunca morre..." Rubem Alves, "A alegria de ensinar"
| André, Accenture, um dos colaboradores |
| Prof. Jorge Fernandes |
| Na sessão de leitura e debate |
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